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ONG carioca fecha parceria para capacitar jovens periféricos em blockchain e Web3

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A ONG Educar+ anunciou mais uma iniciativa focada em levar educação a jovens periféricos. Em parceria com a faculdade UNISUAM, foi criado o Jovem Tech, programa de capacitação em blockchain e Web3 para jovens acima de 18 anos dos Complexos da Maré, Alemão e Manguinhos, comunidades localizadas no Rio de Janeiro.

Capacitação em Web3 e blockchain

Um comunicado enviado ao Cointelegraph Brasil conta que, após tomar conhecimento sobre o trabalho da Educar+, a UNISUAM convidou a ONG a levar as aulas de blockchain para dentro da faculdade. Assim, o Jovem Tech foi inserido no Pólen, o pólo de inovação da instituição de ensino.

Carol Santos, fundadora e CEO da Educar+, afirma que o pilar de tecnologia da ONG tem como objetivo impactar o máximo possível de vidas periféricas através da blockchain. 

“Por sorte, nós não estamos sozinhos nessa caminhada. A parceria com a Pólen Unisuam é mais uma que vai garantir formas de expandir nossa atuação, permitindo que a nossa meta de que a mudança que trabalhamos no Chapadão chegue a todas as favelas do Rio de Janeiro aconteça”, diz Santos.

O Jovem Tech terá duração de seis semanas, e será realizado presencialmente na sede da UNISUAM, em Bonsucesso, no Rio de Janeiro. Durante o programa, a tecnologia blockchain, bem como sua aplicação na Web3, serão disponibilizadas aos participantes. Além disso, também haverá aulas sobre crescimento profissional.

“O curso de blockchain é uma excelente oportunidade para transformar a vida de jovens de favelas, proporcionando novas possibilidades de trabalho e empreendedorismo, com foco em combater as desigualdades sociais”, afirma Arapuan Motta, Reitor da UNISUAM.

Trabalho árduo

A iniciativa Jovem Tech é uma extensão do trabalho feito pela Educar+ no Complexo do Chapadão, levando novas tecnologias para a comunidade diariamente. Atualmente, mais de 100 crianças atendidas pela ONG já possuem uma coleção de própria de NFTs e um aplicativo de leitura com livros autorais dos alunos. Além disso, a Educar+ já conta com um prêmio internacional, conquistado durante um hackathon.

O ano de 2023 tem sido especialmente agitado para a ONG. Em janeiro, foi anunciada uma parceria entre a Educar+ e a Polygon, que escolheu inaugurar sua primeira Tech House no Brasil. Através da ImpactPlus, seu braço de impacto, a Polygon reformou uma sala nas instalações da ONG, e forneceu novos computadores para que jovens pudessem potencializar seus estudos, que incluem a Web3.

Em março, o artista Albarte, natural do Complexo do Chapadão, doou três de suas obras de arte, comercializadas como NFTs da coleção Borderless Money, à Educar+. Metade do valor arrecadado com as obras foi destinado à ONG.

Segundo a Educar+, a independência profissional e educacional do indivíduo favelado é sua maior arma de mudança de vida e enxerga a tecnologia como grande facilitador.

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Fonte de dados: Cointelegraph

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